sexta-feira, 23 de julho de 2010

Trevas


Me joguei do penhasco
Agora meu corpo a boiar no mar obscuro
Nas trevas agora eu vago
Vago para sempre
Eu vago com o meu coração sangrando
Sangrando sem parar
Mas nas trevas eu vago e vago
Para que caminho devo seguir?

Nas trevas a um lindo lago escuro e gelado
Cadáveres a boiar no mar escuro e gelado das trevas
Agora eu também sou um morto que a boiar no lago sombrio e frio
Pensei que fosse realidade
Mas não e é um sonho
Eu fiquei agora aprisionado no meu próprio sonho
Nunca pensei que eu morreria
No meu próprio sonho
E justo hoje
Mas eu ainda não perco as minhas forças de lutar
Lutar sempre e sei que não irei desistir tão fácil assim

Minha alma agora vaga nas trevas
Nas sombras exóticas das trevas
Eu mo este lindo lugar
Eu nunca avia pensado
Que eu vagaria nas trevas hoje
Hoje eu vago nas trevas
As trevas és tão bela de se morrer
Eu bebo o meu próprio sangue
Sangue do meu pulso
Do meu pulso cortado
Cortado ao meio

Agora aqui nas trevas eu bebo um pouco do sangue do meu coração
Do meu coração que sempre estas sangrando
Sangrando pelas trevas
O chão das trevas estas com rastros de sangue
Sangue do meu coração
Eu sei que eu devo ter morrido
Morrido para sempre

Aqui nas trevas eu vago
E no lago frio e sombrios eu me joguei
Agora eu morri?
Eu quero a verdade
Agora eu quero só a verdade

Mas nas trevas eu ainda vago e vago
As trevas és tão bela
Tão bela de se morrer nas trevas
As trevas e tão frio
E obscuro
Eu amo isso
Eu sou agora um ser das trevas
Nunca pensei que seria tão rápido assim
Vago nas trevas

+Valquiria+

Nenhum comentário:

Postar um comentário